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Aconteceu de 28 de julho a 8 de agosto, em Nova Iorque, a 3ª e última sessão do Grupo de Especialistas Governamentais (ou em inglês Governmental Group of Experts - GGE). O grupo é formado por especialistas de 28 países - incluindo o Brasil - e está discutindo os moldes e o escopo que deve ter o Tratado Internacional de Controle do Comércio de Armas. O Tratado tem como objetivo estabelecer regras claras e válidas para todos os países no que diz respeito às transferências de armas e munições.

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A sociedade civil dá o exemplo

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O navio chinês An Yue Jiang carregado com 77 toneladas de armas e munições destinado ao Zimbábue tenta desde o dia 18 de abril de 2008, sem sucesso, desembarcar sua carga mortal no continente africano. Graças à ação conjunta de membros da sociedade civil mundial – assim como de diplomatas, sindicalistas, advogados de direitos humanos e lideranças religiosas do sul da África – os governos da África do Sul, Moçambique e Angola impediram que seus portos fossem usados para fazer chegar armas ao regime do ditador do Zimbábue, Robert Mugabe, que tem usado a força para reprimir a oposição do país. Quer saber mais? Clique aqui e leia a notícia

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No início de 2008, um grupo de 28 Especialistas Governamentais (ou em inglês Governmental Group of Experts - GGE) indicados pelo Secretário Geral da ONU, Ban Kin-Moon, começou a discutir, em Nova Iorque, os moldes do Tratado Internacional de Controle do Comércio de Armas. O Brasil compõe o grupo com José Viegas Filho, embaixador em Madri e ex-Ministro da Defesa.

Até outubro deste ano, o Grupo deve dar um parecer sobre a viabilidade e os moldes do Tratado. Quer saber mais? Leia a notícia completa aqui

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Em 2007 o Secretário Geral da ONU realizou uma consulta aos países para saber sua posição em relação ao Tratado. Cerca de 100 países responderam essa pesquisa. No Brasil, a posição do Itamaraty incorporou as sugestões feitas pela sociedade civil durante as Consultas Populares, realizadas pelo Instituto Sou da Paz e organizações da Rede Desarma Brasil em todas as regiões do país nos meses de março e abril de 2007. Os representantes do Instituto Sou da Paz foram pessoalmente à Brasília, entregar nas mãos do responsável pelo processo no Itamaraty o resultado das Consultas.

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Para marcar o início das atividades brasileiras na Semana Global de Ação Contra a Violência Armada de 2007 organizada pela IANSA (International Action Network on Small Arms), o Sou da Paz participou da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo – uma das mais importantes do mundo e que reuniu cerca de 3 milhões de pessoas na avenida Paulista. Quer ver as fotos? Clique Leia mais »