Campanha Control Arms contra a Violência Armada

Por SuperUser Account Ligado

A Semana de Ação Global contra a Violência Armada 2011 acabou (13 a 19 de junho), estivemos em vários pontos da cidade de São Paulo tirando fotos, divulgando e articulando a semana nas diversas mídias sociais. Arrecadamos 1200 fotos de todos os cantos do Brasil!

 

Muito obrigado pelo apoio!

Acompanhem mais notícias sobre a Campanha Control Arms e veja quem tirou fotos para a Semana de Ação Global no Brasil!

 

Mas outros países também realizaram atividades diversas durante essa mesma semana tão bacanas quanto a nossa. Na Colômbia, por exemplo, realizaram um passeio de bicicleta em prol do desarmamento e nas Filipinas foi realizado um ciclo de eventos e palestras com o tema: “Salve vidas, proteja os direitos humanos através de um Tratado sobre o Comércio de Armas”.

 

Veja o que outros países fizeram durante a Semana de Ação Global 2011 e conheça as organizações em prol do desarmamento.

Por SuperUser Account Ligado

 

Cerca de 1200 pessoas participaram da  Semana de Ação Global contra a Violência Armada, realizada entre os dias 13 e 19 de junho. A campanha tem o objetivo de sensibilizar as pessoas sobre os riscos das armas de fogo, e é realizada há uma década em mais 70 países. No Brasil, a mobilização é coordenada pelo Instituto Sou da Paz que promoveu uma cyberaction convidando os internautas a tirarem fotos com a mensagem #desarme e publicarem na internet. O Sou da Paz recebeu mais de 1.200 fotos de gente engajada de todo Brasil e da América Latina. Os internautas também replicaram a ideia em posts no Twitter e no Facebook.

 “As redes sociais permitem que a informação se espalhe rapidamente na internet e atinja um novo público. Muitas pessoas aderiram à campanha depois ver as fotos e materiais de divulgação da Semana de Ação Global no Facebook”, afirma Alice Ribeiro, coordenadora da área de Controle de Armas do Instituto Sou da Paz.

A Semana de Ação Global contra a Violência Armada é uma iniciativa da IANSA, articulação internacional composta por 250 organizações de mais de 100 países que lutam pela redução da violência armada.

Veja aqui as fotos de quem participou do #desarme.

Clique aqui e saiba mais sobre o controle de armas no Brasil e no mundo.

Semana de Ação Global contra a Violência Armada

Por SuperUser Account Ligado

Veja as fotos de quem já está participando da campanha em nosso Flickr. 

Leia mais »

Participe da Semana de Ação Global 2011

Por SuperUser Account Ligado

 

Acompanhe as novidades!

  

Veja as fotos de quem já está participando da campanha em nosso Flickr.

Leia mais »

Por SuperUser Account Ligado

Entre os dias 11 e 15 de julho, ocorre na sede das Nações Unidas em Nova York, a última sessão da “PrepCom” – conferência preparatória sobre o Tratado de Controle do Comércio de Armas (ou Arms Trade Treaty, ATT). Após frutíferas discussões entre os 192 Estados-membros da ONU nas duas sessões anteriores, a reunião será a última oportunidade em plenário para que os países defendam suas prioridades substantivas antes da conferência de negociação, em julho de 2012.  
Em discussão na ONU desde 2006, o “ATT” criaria regras para a transferência internacional de todas as armas convencionais, desde pistolas e munições até caças, passando por mísseis e tanques. Incrivelmente, inexiste hoje regulamentação global para o comércio internacional de armas – mas não, por exemplo, para produtos agrícolas.
 
Nesta PrepCom – considerada fase de “pré-negociação” – o foco será na implementação do Tratado, ou seja, como os países devem por em prática o texto final quando negociado e ratificado. As PrepCom anteriores, em julho de 2010 e março deste ano – que também contaram com a presença do Sou da Paz – debateram os princípios e objetivos do ATT, os tipos de armas e munições que serão regulados e os critérios que serão usados para decidir, caso-a-caso, autorizar (ou não) uma determinada exportação.
Daniel Mack, coordenador de políticas da área de controle de armas, explica que a presença do Sou da Paz durante o processo inteiro tem sido norteada por urgir que “o governo brasileiro se posicione fortemente a favor de um tratado que torne ilegal, à luz do direito internacional, transferências irresponsáveis de armas e munições – ou seja, aquelas que ignoram riscos substanciais de que serão usadas em violações de direitos humanos ou conflitos, afetarão a segurança nacional ou regional, ou sejam desviadas para criminosos”. De acordo com Mack, “o Brasil tem-se mostrado favorável ao ATT, mas ainda não demonstrou a liderança esperada dado o nosso sério problema de violência armada, por vezes parecendo dar maior valor a aspectos comerciais e militares do que de segurança humana”. 
 
Coordenador no Brasil – e membro atuante do comitê executivo global – da campanha Control Arms (que defende um ATT “à prova de balas para proteger vidas”; visite o site aqui), o Sou da Paz participa nas próximas semanas de ações internacionais de mobilização, chamando a atenção ao Tratado e seus objetivos.