O Tratado – que vem sendo discutido na ONU desde 2006 - tem como objetivo estabelecer regras claras para a importação e exportação de armas e munições entre os países do mundo.
 
“Estamos aqui com dezenas de organizações do mundo todo buscando influenciar a posição dos governos para a redação do Tratado. O grande objetivo é garantir que sejam incorporados alguns princípios fundamentais, como o respeito às leis internacionais de Direitos Humanos, os direitos e responsabilidades dos estados neste comércio, a eficácia e garantia da implementação do Tratado e sua abrangência”, explica Denis.
 
“Na prática, estão sendo avaliadas quais armas deveriam ser incluídas, que tipo de transferências serão reguladas, quais os critérios para nortear a autorização dessas transferências”, explica Daniel.
 
Ao longo da semana, organizações da campanha Control Arms - da qual o Sou da Paz é o coordenador no Brasil - estão realizando uma série de eventos paralelos para chamar a atenção dos governos para questões graves relacionadas ao controle de armas. É o caso da relação entre gênero e violência e da entrada irregular de armas no Congo, que tem devastado o país

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