sábado, 1 de janeiro de 2005
Por SuperUser Account Ligado
Para muitos brasileiros, um processo que se desenrola nos imponentes corredores e salas de conferência da longínqua ONU pode parecer um tanto irrelevante para seu dia-a-dia. Tal sensação é compreensível, mas não condiz com a realidade do fluxo de armas no país, que tem a desonra de ser o campeão mundial em números absolutos de mortes anuais por armas de fogo. 85% das armas apreendidas pela CPI do Tráfico de Armas são brasileiras, mas um contingente cada vez mais visível tem procedência internacional. Provindas do tráfico internacional e passando por portos mal monitorados e fronteiras porosas ou entrando legalmente para lojas e forças de segurança e depois desviadas, estas armas muitas vezes são automáticas, de maior calibre e poder de fogo que suas similares nacionais. O noticiário policial nos oferece repetidos exemplos de sua preval&a
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