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Durante todo o mês de outubro, representantes de 192 países estão reunidos em Nova York para a Assembléia Geral da ONU. Denis Mizne, diretor executivo do Instituto Sou da Paz e Daniel Mack, coordenador de políticas da área de controle de armas do Instituto estão acompanhando as discussões em torno do Tratado de Controle do Comércio de Armas – resolução que deve trazer um conjunto de normas para regular o comércio de armas e munições ente os países.

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Ato Público pelo Tratado na 25 de março!

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No último sábado, dia 20 de setembro, o Instituto Sou da Paz promoveu um ato público na 25 de Março, umas das ruas mais movimentadas da cidade de São Paulo. O Ato teve como objetivo chamar a atenção da sociedade e do governo sobre a urgência da construção do Tratado de Controle do Comércio de Armas. Cerca de 30 voluntários e funcionários do Sou da Paz seguraram grandes placas que juntas, formavam a frase: Apóie o Tratado de Controle de Armas. O ato gerou muita repercussão!

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Está acontecendo, de 13 a 19 de setembro, a Semana de Ação pelo Tratado de Controle do Comércio de Armas. Com o slogan “O mundo está de olho!” ativistas e organizações de mais de 50 países integrantes da Campanha Control Arms estão chamando a atenção dos órgãos públicos e da sociedade civil para a urgência da construção deste Tratado

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Aconteceu de 28 de julho a 8 de agosto, em Nova Iorque, a 3ª e última sessão do Grupo de Especialistas Governamentais (ou em inglês Governmental Group of Experts - GGE). O grupo é formado por especialistas de 28 países - incluindo o Brasil - e está discutindo os moldes e o escopo que deve ter o Tratado Internacional de Controle do Comércio de Armas. O Tratado tem como objetivo estabelecer regras claras e válidas para todos os países no que diz respeito às transferências de armas e munições.

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A sociedade civil dá o exemplo

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O navio chinês An Yue Jiang carregado com 77 toneladas de armas e munições destinado ao Zimbábue tenta desde o dia 18 de abril de 2008, sem sucesso, desembarcar sua carga mortal no continente africano. Graças à ação conjunta de membros da sociedade civil mundial – assim como de diplomatas, sindicalistas, advogados de direitos humanos e lideranças religiosas do sul da África – os governos da África do Sul, Moçambique e Angola impediram que seus portos fossem usados para fazer chegar armas ao regime do ditador do Zimbábue, Robert Mugabe, que tem usado a força para reprimir a oposição do país. Quer saber mais? Clique aqui e leia a notícia