Na zona norte, grêmio é atuante

Gabriela Pala do Nascimento Colasso tem 12 anos, faz parte do grêmio estudantil da E.E. Phylomena Baylão, na zona norte. O grêmio existe lá desde 2005, e conta com 13 alunos da sexta série. Ela sabe a importância da ação coletiva organizada para transformar a realidade: “Graças à participação no grêmio comecei a pensar positivo, e ver que nada é impossível”. Mas o amadurecimento de uma instituição tão poderosa e mobilizadora quanto um grêmio estudantil não se dá por obra de apenas uma pessoa. Professores e diretoria também desempenham um papel central neste processo, trabalhando junto com os estudantes.

De tempos em tempos os alunos do grêmio passam em todas as salas ouvindo sugestões, críticas e dando informes, de forma a aproximar o máximo possível todo o corpo estudantil de suas atividades. “Aniete (diretora da escola) sempre dizia que fazer um grêmio acontecer não é fácil, e que era preciso muita coragem. A professora Carol também nos incentiva muito, especialmente quando as coisas parecem que estão caminhando pra dar errado”, ela diz. As eleições acontecem depois que todas as chapas já expuseram seus planos de gestão de sala em sala, e contam com a ajuda da direção principalmente na apuração dos votos.

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