quarta-feira, 11 de julho de 2007
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No dia 11 julho de 2007, foi lançado o projeto Praças da Paz SulAmérica, uma parceria entre Instituto Sou da Paz e SulAmérica para revitalizar três praças públicas de bairros periféricos – Jardim Elisa Maria (Brasilândia - zona norte), ViLa Iolanda I (Lajeado - zona leste) e Chácara Sonho Azul (Jardim Ângela - zona sul).
A proposta é que a partir da revitalização das praças feita via liderança dos jovens das comunidades, seja estabelecido um novo modelo de ocupação, mediado pelo diálogo e com foco na promoção da cidadania. Neste processo, é essencial o apoio do poder público e a integração entre prefeitura, governo do estado e as comunidades.
O Praças da Paz SulAmérica foi inspirado pelo projeto Pólos da Paz, que o Instituto Sou da Paz desenvolveu entre 2003 e 2006 no Parque Regina (Campo Limpo) e no Alto da Riviera (Jardim Ângela).
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quarta-feira, 1 de novembro de 2006
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A terceira edição do Prêmio Polícia Cidadã escolheu como uma das ações policiais vencedoras um trabalho desenvolvido por policiais da Base de Polícia Comunitária do Jardim Ranieri, bairro do distrito do Jardim Ângela.
A ação Canteiros, que consistiu na realização de reformas para garantir a segurança dos milhares de pedestres que circulam diariamente pela Estada do M´Boi Mirim, foi escolhida pela Comissão Avaliadora do Prêmio para ser uma das vencedoras e assim, os policiais participantes receberão um prêmio no valor de R$ 6.000,00.
Para saber mais detalhes da ação, clique aqui
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sexta-feira, 30 de junho de 2006
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Ao contrário do que os gestores públicos fazem questão de divulgar, o problema da violência urbana tem saída. Nem é sequer um bicho-de-sete-cabeças.
É isso que mostram os resultados da parceria entre igrejas, ONGs e entidades da comunidade nas 37 vilas do distrito de Jardim Ângela, considerado o lugar mais violento do mundo pela Organização das Nações Unidas há 10 anos. Em 2001, a perversa conjunção de exclusão social e miséria nas 272 favelas serviu de caldo de cultura ideal para o tráfico de drogas, responsabilizado por 80% dos 277 assassinatos, número recorde registrado no lugar, com 300 mil habitantes.
A construção de 5 bases de policiamento comunitário, a instalação de 1 centro para dependentes químicos pela Universidade Federal de São Paulo, um acordo entre PM e Ministério Público obrigando os bares a fecharem mais cedo, programas de renda mínima, reformas de praças e criação de áreas de lazer em locais antes abandonados reduziram muito tais índices.
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quinta-feira, 3 de novembro de 2005
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O Instituto Sou da Paz atua no Jardim Ângela antes mesmo de sua fundação, quando seu Diretor Executivo, Denis Mizne, começava a se envolver com representantes da comunidade na tentativa de buscar uma saída para controlar os inaceitáveis índices de criminalidade registrados no Distrito. De lá para cá, seu envolvimento com a comunidade, poder público e outras entidades sociais promoveu o que hoje podemos considerar um exemplo que pode ser seguido por outros bairros e por outras cidades, de diferentes estados.
Muitos projetos vêm sendo desenvolvidos naquela região, e todos são focados nos jovens que têm entre 14 e 24, público mais vulnerável à dinâmica da violência, e também em regiões mais próximas da linha de pobreza, marcadas por altos índices de violência, como é o caso dos projetos Grêmio em Forma, Pólos da Paz e Espaço Criança Esperança.
São projetos que visam à prevenção da criminalidade e à resolução pacífica de conflitos, preocupando-se em formar cidadãos que sejam também gestores sociais, ativos e responsáveis pela difusão de ações pacíficas, conciliadoras e democráticas. O Instituto estimula, ainda, a recuperação de espaços públicos por entender que a redução da degradação urbana nas áreas periféricas é uma boa maneira de reduzir comportamentos violentos.
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sexta-feira, 10 de junho de 2005
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O Jardim Ângela já foi considerado pela Organização das Nações Unidas o bairro mais violento do planeta. Nos “anos de chumbo” – em meados de 1999 –, a polícia registrava uma média de dois assassinatos por dia. A situação começou a mudar de cinco anos para cá. E, hoje, esta área ostenta um recorde que parecia inviável: há 50 dias não registra mortes violentas.
O resultado faz parte de um estudo da Fundação Seade sobre a taxa de homicídios no Estado. Entre 1999 e 2004, o número de assassinatos caiu 40,6% na Capital – e 73,3% no Jardim Ângela.
Diante dos números, fica a pergunta: por que os indicadores de violência de São Paulo estão caindo? De acordo com o levantamento da Unesco, a receita do sucesso está na união de diversos fatores, como investimentos em segurança pública, apoio dos municípios e a mobilização da sociedade. “Ainda há muito o que fazer, mas, de qualquer forma, esses índices representam uma grande vitória”, comentou o coronel José Vicente da Silva, ex-secretário nacional de Segurança Pública.
Em seu discurso, Alckmin reconheceu que só o trabalho da polícia não seria suficiente para reverter o quadro. “No Jardim Ângela, foi uma reunião de esforços, programas sociais, escolas abertas aos fins de semana, campanha do desarmamento, ONGs e trabalhos com igrejas”, comentou o governador, destacando a região como “símbolo do sucesso no combate ao crime em São Paulo”.
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