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25/07/2018

#PenseDireitoNoSeuDireito: conheça a nova campanha do Instituto Sou da Paz

É possível adquirir uma arma de fogo no Brasil? Sim. Essa é a melhor opção para proteger a si à sua família dos problemas de segurança pública? Não. Esse é o mote da campanha #PenseDireitoNoSeuDireito lançada nesta quarta-feira pelo Instituto Sou da Paz, em parceria com a agência AlmapBBDO. Conheça o site da campanha.

A campanha traz um dado impactante: 7 em cada 10 pessoas que reagem armadas a um assalto tomam um tiro, segundo a pesquisa “Também morre quem atira”, publicada pelo Instituto Brasileiro de Ciências Criminais.

Por outro lado, a campanha também aborda o direito de ter uma arma, já assegurado pela legislação atual que controla o comércio de armas de fogo no Brasil. Dados da Polícia Federal revelam que houve um aumento no registro de novas armas para pessoas físicas. Entre 2010 e 2017, elas passaram de 11.874 para 33.031.

Atualmente, é possível que civis adquiram armas de fogo legalmente, desde que cumpram requisitos básicos como: ter ao menos 25 anos, não ter antecedentes nem estar respondendo a processo criminal, ser aprovado em um teste psicológico e de aptidão técnica, comprovar residência e renda e apresentar uma justificativa para o desejo de ter uma arma. 

“O Instituto Sou da Paz defende a manutenção destas vendas com a atual regulamentação responsável por entender que são requisitos mínimos e condizentes com o potencial letal que uma arma de fogo carrega e com a alta violência do nosso país”, afirma Bruno Langeani, gerente de Sistemas de Justiça e Segurança Pública do Instituto Sou da Paz.

A campanha #PenseDireitonoSeuDireito procura difundir estas informações utilizando o humor ao fazer um paralelo com outras coisas que as pessoas têm o direito de fazer, mas que todos já sabemos ser uma má ideia já que geram consequências muito negativas.

“Esperamos desta forma conscientizar as pessoas para que tomem suas decisões melhor informadas, compreendendo que o risco da presença da arma não recai apenas sobre o seu detentor”, comenta Bruno Langeani. “E também que não se deve tratar esta questão apenas nos polos de proibir ou legalizar armas para todos, visto que hoje o que já existe é a possibilidade de compra regulamentada com critérios condizentes com a nossa realidade social”, completa.

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