Campanha de recadastramento de armas

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A Rede Ação pela Paz realizou, durante o primeiro semestre de 2007, uma campanha para o recadastramento de armas. O recadastramento deveria ser feito até o dia 02/07/2007 junto à Polícia Federal.

O recadastramento é um instrumento fundamental para que a Polícia tenha controle sobre todas as armas que circulam no Brasil, tanto nas mãos de civis como de policiais, magistrados e empresas de segurança. Esse controle é essencial para que a Polícia Federal identifique as principais vias de desvios de armas dentro do país, dificultando o acesso de criminosos às armas de fogo.

Além disso, permite que a Polícia Federal identifique armas roubadas (caso o dono tenha feito um Boletim de Ocorrência sobre o roubo), crimes cometidos com estas armas e, mais adiante, de qual arma saiu cada disparo. As armas não recadastradas se tornam ilegais e seus proprietários podem ser punidos, de acordo com o Estatuto do Desarmamento.

 

Baixe aqui o Estatuto do Desarmamento.

Vire esse jogo: paz é a gente que faz

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No dia 11 de junho de 2006, quando completava um mês da série de ataques e demonstrações de violência vinculados ao grupo criminoso PCC ocorridos na cidade de São Paulo, a Rede Ação pela Paz realizou um ato público no parque do Ibirapuera. Durante o ato, foi lido publicamente e entregue à população um manifesto assinado pelas entidades integrantes da rede que serviria mais tarde de base para discussões sobre o enfrentamento da crise da segurança pública no país.

 O ato aconteceu a partir das 11 horas atrás do Auditório do Ibirapuera. No evento, além da leitura e distribuição do manifesto, houve uma apresentação do coral da Guarda Civil Metropolitana e outras atividades culturais que representaram o desejo da sociedade por reflexão, solidariedade e, acima de tudo, paz. Às 11:11hs foi realizado um minuto de silêncio em homenagem às vítimas dos ataques.
Além de manifestar sua solidariedade às vítimas, as entidades pretendiam fazer do ato um momento de reflexão e propor racionalidade ao debate sobre o enfrentamento da violência. Da crise nascia a oportunidade e a chance de refletir sobre as posturas dos indivíduos como sujeitos da ação, propondo uma interação com os paulistanos para se engajarem na discussão e resolução dos problemas de segurança pública.

 

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 No dia 15 de maio de 2006, organizações da sociedade civil se reuniram na Catedral da Sé (Praça da Sé, Centro de São Paulo) para celebrar um ato ecumênico em homenagem aos policiais mortos em ataques realizados pela facção criminosa PCC alguns dias antes na cidade de São Paulo.

 

Além da homenagem, os organizadores tiveram a intenção de mostrar que a sociedade civil paulista estava unida no apoio ao combate firme ao crime organizado no Estado, lutando para preservar a vida e garantir o direito à segurança da população, sempre dentro do respeito ao estado de direito.

Estiveram presentes o Cardeal Arcebispo de São Paulo, Dom Claudio Hummes; o Rabino Henry Sobel, presidente da Congregação Israelita Paulista; o Presidente da OAB-SP, Luiz Flavio Borges D´Urso; o Presidente do Tribunal de Justiça, Desembargador Celso Limongi; o Procurador Geral de Justiça do Estado, Rodrigo Cesar Rebello Pinho; além de representantes do Instituto Sou da Paz, Conectas Direitos Humanos, Instituto São Paulo contra a Violência, ILANUD e outras entidades representativas da sociedade.