Você sabia que o Comércio de Armas pelo mundo está fora de controle?
Os países e empresas que fabricam armas, munições e equipamentos bélicos comercializam armas e munições sem regulamentação ou controle global. Diferentemente do que fazem com outros produtos como alimentos, por exemplo. A consequência disso é muito grave, afeta milhares de vidas e causa centenas de mortes todos os dias no planeta.
Você já deve ter ouvido uma notícia de que algum país deixou de comprar algum produto de outro porque trazia riscos à sua população. Por quê com um produto letal é vendido livremente?
Regular o comércio internacional é importante para garantir minimamente os direitos da população e reduzir danos às suas vidas.
A campanha Control Arms tem lutado desde 2003 para salvar vidas de milhares de pessoas e tem cobrado de seus governos maior responsabilidade, transparência e controle deste comércio.
Em julho de 2012, governos de todo o mundo vão negociar o Tratado de Controle de Comércio de Armas (ATT – Arms Trade Treaty). O Brasil estará lá e, por isso convidamos você a fazer parte desta discussão, compartilhá-la com seus amigos e a se manifestar.
Entre os dias 14 e 21 de dezembro, pessoas do mundo inteiro vão postar suas ações em defesa do ATT no site http://speakout.controlarms.org/speakout/
O que queremos com o Tratado de Controle de Comércio de Armas?
Para a campanha Control Arms, o ATT deve contemplar as seguintes questões:
• Evitar que aconteça a venda de armas e munições quando há risco significativo de que elas sejam usadas em violações graves do direito humanitário internacional, da lei internacional dos direitos humanos, e aumentem a violência armada ou prejudiquem o desenvolvimento socioeconômico.
• Permitir a responsabilização de governos nos casos de descumprimento do direito internacional e da Carta das Nações Unidas.
• Incluir todas as armas e munições, todas as transferências e transações.
• Ser praticávele e incluir parâmetros para sua plena implementação, acompanhamento, cooperação internacional, cumprimento e responsabilização.